Por que usar

Você não perde serviço por preço. Perde por proposta.

Quase todo autônomo já mostra o que vende e manda orçamento de algum jeito: áudio, foto do bloco, tabela digitada de novo a cada semana, planilha. Nenhum desses jeitos é errado — eles só falham em pontos previsíveis, e é sempre no ponto que custa dinheiro. Esta página mostra onde eles falham, compara com honestidade e diz também para quem isto aqui não serve.

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O custo de não ter

O que você perde hoje sem perceber

Nada disso aparece numa conta no fim do mês. Aparece como serviço que não fechou, valor que virou desconto e cliente que sumiu sem explicar.

A proposta por áudio some na conversa

Você explica os valores em três áudios e o cliente diz que depois escuta com calma. Dois dias depois, aquilo está soterrado por vinte mensagens. Ele não vai rolar a conversa para trás para achar o seu preço — vai pedir para outro que mandou por escrito.

A demora entrega o serviço ao concorrente

Você mede na terça e monta a proposta à noite de quinta, quando sobra tempo. Nesse intervalo, quem respondeu na hora já foi contratado. Em serviço, a primeira proposta bem-feita ganha da segunda quase sempre, mesmo custando um pouco mais.

A discussão de preço acontece no fim do trabalho

Sem nada escrito, o valor combinado vira memória — e memória de quem paga é sempre mais barata que a de quem recebe. A conversa difícil chega no pior momento possível: com o serviço já feito e você precisando receber.

Você não sabe se ele leu

Mandou e ficou no vácuo. Não dá para saber se o cliente abriu e achou caro, se abriu e esqueceu, ou se nem viu. Aí ou você cobra demais e parece insistente, ou não cobra e perde um serviço que estava a um telefonema de fechar.

Você digita a tabela de preços toda semana

"Quanto custa?", "o que você faz?", "me manda os valores?". A mesma resposta, escrita de novo, várias vezes por semana — e sempre um pouco diferente da anterior. Com a vitrine no ar, é um link só: o cliente vê tudo com foto e preço e já manda o que quer.

Quem procurou não achou nada seu

O cliente ouviu seu nome, foi olhar e encontrou um perfil com três fotos antigas. Sem lugar nenhum que mostre o que você vende e por quanto, ele desiste antes de chamar — e você nem fica sabendo que existiu.

Comparativo honesto

Contra o que você já usa

Todas as alternativas abaixo funcionam para alguma coisa. O problema nunca é a ferramenta em si — é o que ela deixa de fazer depois que a proposta sai da sua mão.

Bloco de papel

Onde funciona
Rápido, funciona na obra sem sinal de celular e o cliente entende na hora.
Onde falha
Vira foto torta no WhatsApp, com letra sua e cálculo feito à mão. Não tem cópia organizada, não dá para editar sem refazer e o aceite, quando existe, é verbal.

WhatsApp puro

Onde funciona
É onde o cliente já está, ele lê e responde. Para um serviço de um item só, resolve.
Onde falha
A proposta some no meio da conversa, o total sai digitado à mão e errado às vezes, e não fica registro de aceite. Você também não distingue quem leu com atenção de quem passou o olho.

Planilha

Onde funciona
Calcula sozinha, deixa você guardar modelos e é ótima para o seu controle interno de custo.
Onde falha
O que o cliente recebe é um arquivo que ele talvez não abra no celular. Não tem aparência de proposta, não avisa quando foi aberto e o aceite continua sendo "pode fazer" na mensagem.

Word ou PDF

Onde funciona
Fica bonito, profissional e imprimível. Para quem manda poucas propostas e tem tempo, entrega bem.
Onde falha
Dá trabalho: você edita, exporta, anexa, e a cada alteração repete tudo. Aceitar exige imprimir, assinar e devolver — e é aí que a maioria trava. Também não mostra se o cliente abriu.

Orçamento por link, aqui

Onde funciona
Você monta item a item com o total calculado, manda o link pelo mesmo WhatsApp de sempre, vê quando o cliente abriu e recebe o aceite com nome, data e hora. Se ele quiser arquivo, o PDF está pronto.
Onde falha
Precisa de internet para montar e para o cliente abrir. E exige o cadastro inicial da empresa e dos clientes — dez minutos que o bloco de papel não cobra de você.

Na prática

O que muda na semana seguinte

Você responde no mesmo dia

A proposta sai ainda na casa do cliente, do celular, com os itens já cadastrados. Ser o primeiro a responder fecha serviço que você perdia por chegar em terceiro.

A proposta parece de empresa

Seu logo em cima, seus dados, itens organizados em tabela e total somado. O mesmo preço parece mais justo quando vem apresentado assim.

Você liga na hora certa

O aviso de abertura transforma cobrança em conversa. Você fala com quem acabou de ler os valores, e não com quem nem viu a mensagem.

O combinado fica escrito

Aceite com nome, data e hora encerra a discussão de valor no fim do trabalho. Não é desconfiança do cliente: é os dois lembrarem a mesma coisa.

Alteração vira versão, não briga

O cliente escreve o que quer mudar e você manda a proposta nova. O histórico mostra o caminho até o que ele aceitou.

O segundo orçamento leva dois minutos

Clientes e produtos já cadastrados, orçamento anterior duplicado e ajustado. O trabalho de montar proposta some do fim da sua noite.

Sinceridade

Quando não faz sentido usar

Preferimos você descobrir agora do que no fim do primeiro mês. Se o seu caso está na lista ao lado, provavelmente não vale a pena — e tudo bem.

A conta é simples: se o cliente nunca pergunta "quanto fica?" antes de comprar, não existe proposta a mandar, e sem proposta o sistema não tem o que fazer por você.

  • O cliente precisa pagar na hora, no site

    A vitrine tem carrinho: o cliente escolhe os itens, ajusta a quantidade e manda o pedido. O que não existe é checkout — o pagamento vocês combinam depois, como já fazem hoje. Se você precisa receber com cartão no ato, precisa de uma loja virtual.

  • O preço é sempre o mesmo, tabelado

    Serviço de valor único, sem variação de escopo, se resolve com uma mensagem de uma linha. Montar proposta seria burocracia inventada.

  • Você trabalha só com contrato formal longo

    Se cada trabalho seu já passa por contrato jurídico revisado, o aceite por link não substitui isso. Pode até conviver, mas não é o seu gargalo.

  • Quem decide não usa celular nem e-mail

    O produto depende do cliente abrir um link. Se a decisão é sempre presencial e no papel, o fluxo trava logo no envio.

Dúvidas

Perguntas frequentes

Eu já mando orçamento pelo WhatsApp e funciona. Preciso mudar? +

Funciona até o dia em que o cliente some ou discute o valor. O WhatsApp entrega a mensagem, mas não guarda o combinado, não avisa se ele leu a proposta com atenção e não registra aceite. Você continua usando o WhatsApp — muda só o que você cola lá: um link de proposta em vez de um texto solto.

Meu cliente é simples, vai estranhar receber um link? +

Não estranha, porque não muda nada para ele. O link abre no navegador do celular, sem cadastro e sem aplicativo. Na prática ele vê uma proposta mais bem organizada do que a foto do bloco de papel que recebia antes.

Vale a pena se eu mando poucos orçamentos por mês? +

Se são poucos, cada um vale mais — perder um serviço por demora ou por mal-entendido dói bem mais em quem manda três do que em quem manda trinta. E o plano grátis cobre 3 orçamentos por mês sem cartão, então o teste não custa nada.

Posso testar sem me comprometer? +

Pode. O plano grátis não pede cartão de crédito e dá 3 orçamentos por mês. Se assinar o Pro, são R$ 49 por mês sem fidelidade, e o cancelamento é feito por você mesmo no portal de cobrança.

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