Passo a passo
Esta página mostra o caminho inteiro, tela por tela. Como a sua vitrine vai ao ar, o que você digita, o que o seu cliente recebe, o que o sistema registra sozinho e o que fazer quando a resposta demora. Se você nunca vendeu por link, leia na ordem — são sete etapas e nenhuma tem segredo.
3 orçamentos por mês de graça. Sem cartão de crédito, sem instalar nada.
O fluxo completo
As três primeiras você faz uma vez e nunca mais. Da quarta em diante é o que se repete a cada serviço novo.
Você entra com e-mail e senha e cai direto no painel. Antes do primeiro orçamento, preencha os dados da empresa: nome, contato e o logo. Isso é o que vai no topo de toda proposta que sair daqui — é o que faz o cliente achar que veio de uma empresa estruturada, e não de um bloco de notas.
É a única parte burocrática do sistema, e ela acontece uma vez só. Depois de salvo, todo orçamento já nasce com o seu cabeçalho pronto.
Na tela
Dados da empresa
Cadastre o que você vende ou executa com frequência: nome, foto, descrição e preço. Isso monta o seu catálogo, e o catálogo tem duas funções ao mesmo tempo — é a sua vitrine pública e é a fonte dos itens que se repetem de orçamento em orçamento.
Publicada, a vitrine ganha um endereço próprio em /c/seu-nome. Esse é o link que você manda no WhatsApp, cola na bio do Instagram ou põe no cartão de visita. Quem abre vê o que você faz com foto e preço, escolhe os itens que quer e manda o pedido — que cai no seu painel já com o contato dele e o que ele precisa.
Na tela
Catálogo e vitrine
Todo orçamento é ligado a um cliente. O cadastro é curto e existe por dois motivos: os dados dele saem na proposta, e o histórico fica guardado. Da próxima vez que esse cliente pedir alguma coisa, os orçamentos antigos estão todos ali.
Quando o pedido chega pela vitrine, boa parte disso já vem preenchido: o cliente informou o contato dele na hora de mandar o pedido.
Na tela
Clientes
Aqui é o coração do sistema. Você escolhe o cliente e vai lançando as linhas: descrição, quantidade e valor. Cada linha é uma coisa que o cliente vai pagar — mão de obra, material, deslocamento, o que for. O total sai somado embaixo, sem você calcular nada.
Detalhar dá trabalho e evita briga. Um orçamento com "serviço completo: R$ 6.800" abre discussão; o mesmo valor quebrado em cinco linhas mostra para onde o dinheiro vai e faz o cliente entender o preço em vez de estranhar. Se você já cadastrou os produtos, boa parte das linhas entra com dois cliques.
Na tela
Novo orçamento
Terminou o orçamento, você copia o link público dele. Esse link abre a proposta para qualquer pessoa que o receba, sem login. Cole na conversa do WhatsApp, no e-mail, no SMS — onde o cliente já fala com você.
Se ele preferir um arquivo, o mesmo orçamento tem PDF pronto para baixar e anexar, com o seu logo e os seus dados. Mas o link é melhor: é por ele que você descobre quando a proposta foi aberta e é nele que o aceite acontece.
Na tela
Enviar
A partir do envio, o painel trabalha por você. Quando o cliente abre o link pela primeira vez, o orçamento passa a mostrar que foi aberto. Isso muda completamente a cobrança: em vez de mandar "e aí, viu?" no escuro, você liga para alguém que acabou de ler os seus valores.
A resposta vem por um de dois caminhos. Ou o cliente aceita ali mesmo, e o aceite fica gravado com o nome dele, a data e a hora. Ou ele pede alteração, escrevendo o que quer mudar — e aí você ajusta os itens e manda a versão nova, sem caçar mensagem antiga na conversa.
Na tela
Painel do orçamento
Com o aceite registrado, o combinado está escrito: os itens, os valores, quem aceitou e quando. Você começa o serviço sabendo exatamente o que foi acordado, e o cliente também. É esse registro que encerra o "mas não era esse preço" no fim do trabalho.
Quando aparecer um serviço parecido, não comece do zero. Duplique um orçamento anterior, ajuste as quantidades e os valores, e mande. Depois de alguns trabalhos, montar proposta deixa de ser tarefa de fim de noite e vira coisa de dois minutos ainda na casa do cliente.
Na tela
Depois do aceite
Do outro lado
Metade do resultado depende do que acontece do lado de lá. Vale saber exatamente o que a pessoa encontra quando toca no link que você mandou.
O link abre a vitrine ou a proposta no navegador do celular dele. Não pede login, não pede cadastro, não manda instalar aplicativo nenhum. Quem tem 60 anos e mexe só no WhatsApp consegue abrir.
No catálogo ele vê o que você oferece com foto e preço, marca os itens que interessam e manda o pedido com o contato. Você recebe a intenção de compra pronta, em vez de "me manda a tabela?".
Aparece o seu logo e os seus dados em cima, os itens um por um com quantidade e valor, e o total embaixo. Nada escondido, nada que exija rolar até o fim para entender o preço.
Se estiver de acordo, ele aceita ali mesmo, informando o nome. Não precisa imprimir, assinar, fotografar e devolver — que é onde a maioria das propostas morre.
Se quiser mudar alguma coisa, escreve o pedido no próprio link. Você recebe o texto e responde com uma versão nova, em vez de reconstruir a conversa de memória.
Registro
O sistema anota sozinho o que costuma virar discussão depois. Você não precisa lembrar de nada disso.
O nome de quem apertou o aceite fica gravado no orçamento. Não é o seu registro de que ele concordou: é o registro dele, feito por ele, no link que ele abriu.
O aceite carrega o momento exato em que aconteceu, e a abertura também. Se um mês depois a memória de alguém falhar, a linha do tempo está escrita.
Pedido de alteração e resposta ficam no orçamento. Dá para ver o que foi proposto, o que o cliente pediu para mudar e como ficou a versão que ele acabou aceitando.
Continue por aqui
Dúvidas
Do cadastro ao link na mão, poucos minutos. Você cria a conta, preenche os dados da empresa uma vez e já monta a proposta. Da segunda em diante é mais rápido ainda, porque o cliente e os produtos já estão salvos.
Não. As duas coisas funcionam separadas: dá para mandar orçamento sem nunca publicar a vitrine, e dá para ter a vitrine no ar antes de montar a primeira proposta. Mas elas se ajudam — o item cadastrado no catálogo entra no orçamento com um clique, e o pedido que chega pela vitrine já traz o contato do cliente.
Sim, o orçamento é sempre ligado a um cliente. O cadastro é curto e serve para dois fins: os dados dele saem na proposta e o histórico fica junto, então da próxima vez você duplica o orçamento anterior em vez de digitar tudo de novo.
O painel avisa. Assim que ele abre a proposta pela primeira vez, o orçamento passa a mostrar que foi aberto. É a deixa para ligar: você fala com alguém que acabou de ler os valores, não com quem nem viu.
Ele escreve o pedido no próprio link, e você recebe. Aí ajusta os itens e manda a versão nova. Fica tudo registrado no orçamento, em vez de virar uma discussão perdida no meio da conversa do WhatsApp.
Leva menos tempo do que digitar a tabela de preços no WhatsApp.
Grátis para os 3 primeiros orçamentos do mês. Sem cartão.
Quem já está aqui
Vitrines de verdade, no ar agora. Abra uma para ver como fica a sua.
Precisa de ajuda?
Não precisa ter conta. A resposta chega aqui e no seu e-mail.
Usamos cookies essenciais para o site funcionar e, com a sua autorização, cookies de medição e publicidade para entender a navegação. Você escolhe, e pode mudar depois. Política de Privacidade.